Você trocou o desodorante comum por um desodorante sem alumínio e, no meio da rotina, surgiu a dúvida: ainda precisa do antigo? Dá pra usar os dois juntos, ou um anula o efeito do outro? Essa é uma das perguntas mais frequentes de quem está começando a usar o MYDE — e a resposta tem a ver com como cada produto realmente atua na pele, não com qual é “melhor”.
Como o Myde age na pele (e por que o uso é diferente)
A primeira diferença já começa na aplicação. Diferente de um desodorante comum, que sai em roll-on, spray ou bastão, o Myde é aplicado com um disco de algodão: você umedece o algodão no produto, passa na axila e repete do outro lado, sempre com uma parte limpa do algodão. Não tem fricção de bastão nem jato frio de spray — é mais parecido com um tônico de limpeza facial do que com um desodorante tradicional.
Essa diferença não é só estética. O Myde não foi feito pra “tampar” o cheiro: ele limpa a pele da axila, removendo o excesso de bactérias e resíduos que se acumulam na superfície — e são justamente essas bactérias as principais responsáveis pelo mau odor da transpiração. Ao reduzir essa carga bacteriana de forma contínua, o produto ataca a causa do cheiro, em vez de mascará-lo.
O que o desodorante comum faz de diferente
Já o desodorante comum — principalmente os antitranspirantes — funciona de outro jeito: contém sais de alumínio (como o cloridrato de alumínio) que bloqueiam fisicamente as glândulas sudoríparas, impedindo a saída do suor. Funciona pra reduzir o cheiro? Funciona. Mas o mecanismo é bem diferente: em vez de limpar e neutralizar, ele tampa.
A ANVISA limita o uso de cloridrato de alumínio a 15% nas fórmulas de antitranspirantes, reconhecendo que é um ingrediente de risco grau 2. E segundo estudo publicado no Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology, esse ingrediente está entre os mais associados a dermatite de contato nas axilas — o que explica por que tanta gente sente irritação ou coceira com o uso prolongado.
Então, dá pra usar os dois juntos?
Pra maioria das pessoas, não é necessário. Como o MYDE limpa a pele e reduz a bactéria na origem, ele já controla o odor sozinho, sem precisar de reforço.
Mas existe um caso em que combinar os dois pode fazer sentido: a bromidrose mais intensa. Segundo estudo publicado no European Journal of Dermatology, existe correlação direta entre a quantidade de bactérias na pele e a intensidade da bromidrose axilar — ou seja, quanto mais bactérias, mais forte o odor, mesmo com boa higiene. Em casos assim, algumas pessoas preferem manter o desodorante comum como reforço enquanto o Myde trabalha reduzindo a colônia bacteriana ao longo do tempo.
Se esse for o seu caso, fique tranquilo: o efeito do Myde continua atuando como o principal fator de controle do odor, e os dois produtos não competem entre si — apenas têm funções diferentes na pele.
Como aplicar o Myde corretamente
- Umedeça um disco de algodão com o Myde.
- Passe o algodão na axila, com movimentos suaves, cobrindo toda a região.
- Repita o processo na outra axila, sempre com um lado limpo do algodão.
- Espere secar antes de vestir a roupa — não precisa enxaguar.
- Se for usar perfume ou anti-transpirante em conjunto, aplique-o depois, com a pele já seca.
O ideal é repetir a aplicação duas vezes ao dia, especialmente em dias mais quentes ou após atividade física — a mesma rotina recomendada pra controlar o CC nas axilas.
E pra quem tem a pele sensível?
Outra dúvida comum é se a fricção do algodão pode irritar a pele. Pra peles mais sensíveis, ou já irritadas pelo uso prolongado de antitranspirantes, existe a versão MYDE Hipo, formulada pra minimizar o risco de reação na pele das axilas, mantendo o mesmo princípio de limpeza enzimática. Vale a troca principalmente em casos de dermatite de contato já diagnosticada.
Quando vale buscar acompanhamento médico
Casos de bromidrose mais intensa, que não respondem bem mesmo com uso correto e cuidados de higiene, merecem avaliação de um dermatologista. Especialistas da Unicamp reforçam a importância do uso seguro de produtos para controle de odor, especialmente quando há histórico de irritação ou sensibilidade na pele das axilas.
No fim das contas, a resposta certa é “depende da sua pele e do quanto a bromidrose te afeta”. Pra maioria, o Myde sozinho já resolve, porque vai direto na causa. Quem sentir que precisa de um reforço pode manter o desodorante comum sem culpa — só sem esperar dele o mesmo efeito de limpeza
Se você quer ver como sua pele responde, comece pelo MYDE o efeito costuma aparecer já nas primeiras semanas de uso contínuo, e dá pra testar com 10% de desconto na primeira compra. Quem ainda não sabe de onde vem esse odor antes de mais nada, o nosso artigo sobre CC nas axilas explica a origem do problema com mais detalhe.
Fontes consultadas: Fontes consultadas: ANVISA (lista de substâncias de uso restrito em cosméticos, RDC nº 3/2012), Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology (alergia e dermatite de contato por antitranspirantes), European Journal of Dermatology (Guillet et al., sobre população bacteriana e bromidrose) e Hospital das Clínicas da Unicamp.



